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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

18 remédios caseiros incríveis para melhorar sua memória

Você costuma esquecer frequentemente onde deixou a chave de casa? Já foi ao supermercado e voltou sem trazer algo importante? Esqueceu totalmente da consulta do médico que havia marcado na semana passada?!


Calma, você não é a única! Não são poucas as pessoas que comentam que, “se não / anotarem na agenda”, acabam se esquecendo de seus compromissos e de tudo o que tinham que fazer!

Embora os problemas de memória sejam comumente associados ao aumento da idade, não é difícil encontrar, atualmente, pessoas jovens se queixando de terem uma “memória fraca”.

A correria do dia a dia, noites mal dormidas, estresse, depressão, uso de certos medicamentos, consumo excessivo de álcool e deficiências nutricionais são alguns dos fatores que podem afetar a memória, independentemente da idade da pessoa.

Isso sem falar de doenças (como demência, doença de Alzheimer etc.), que costumam causar problemas de memória, juntamente com outros sintomas. Nesses casos, é claro, é necessário consultar um especialista para um diagnóstico adequado e tratamento completo.

Mas, lidar com os “problemas de memória geral” pode, muitas vezes, ser mais fácil do que você pensa! Confira as dicas abaixo que estão relacionadas, sobretudo, à mudanças para um estilo de vida mais saudável!

Conheça alimentos, dicas e receitas caseiras que podem ajudar a melhorar sua memória:

1. Consuma amêndoas

As nutricionistas Mariéllen Emidio Figueroa e Michelle Mileto Troitinho, do Kurotel – Centro Médico de Longevidade e Spa de Gramado, explicam que as amêndoas ajudam a melhorar a memória pelo mesmo mecanismo que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares: fornecem compostos antioxidantes e vitamina E.

Os estudos indicam que ingerir uma porção de amêndoas diária, como parte de um estilo de vida saudável, pode diminuir os níveis do colesterol ‘ruim’ (ou o LDL) e ajudar a reduzir o risco de doença cardíaca. Muitos dos fatores de risco cardiovascular demonstraram ser fatores de risco para a demência, incluindo a doença de Alzheimer. Proteger os vasos sanguíneos seguindo uma dieta saudável para o coração também possui o efeito de proteger a mente”, esclarecem.

2. Use óleo de coco

O óleo de coco já é bastante conhecido pelos inúmeros benefícios que oferece à saúde. Priscila Ribeiro Amadio, nutricionista da Clínica Chiquetá, comenta que um estudo publicado no jornal Neurobiology of Aging2004 mostrou que o consumo de triglicerídeos de cadeia média (a principal gordura encontrada neste óleo) resultou em rápida melhora da função cognitiva de pacientes idosos com perda de memória.

As nutricionistas Mariéllen e Michelle ressaltam que o óleo de coco tem mostrado melhoria no processo cognitivo de pessoas portadoras de Alzheimer (doença que causa declínio cognitivo e perda de memória), pois sua metabolização pode gerar corpos cetônicos – importante fonte de energia alternativa para o adequado funcionamento do cérebro. “Também possui atividade antioxidante e auxilia na redução dos fatores de risco para essa doença (como colesterol elevado, hipertensão arterial e hiperglicemia)”, explicam.

3. Aposte em alimentos que contêm ômega-3

As nutricionistas explicam que o ácido graxo ômega-3 é um tipo de gordura poli-insaturada presente em peixes de águas frias e profundas, como salmão, sardinha, anchova, cavala e arenque. Essa gordura também é encontrada em fontes vegetais, como linhaça, prímula e chia. “Dentre seus benefícios, o que se destaca é a melhora da cognição, protegendo os neurônios da degeneração. Também potencializa o efeito das vitaminas do complexo B na formação de fosfatidilcolina, melhorando a plasticidade das membranas celulares. Auxilia reduzindo os marcadores inflamatórios no hipocampo, juntamente com as vitaminas do complexo B (ácido fólico, vitamina B6 e vitamina B12) que previnem o aumento da homocisteína no sangue”.

“Diversos estudos demonstram que os níveis elevados de homocisteína (marcador inflamatório para doença cardiovascular) estão associados ao comprometimento cognitivo. Auxilia ainda na prevenção do Alzheimer, pois reduz os fatores de risco para doença como triglicerídeos e inflamação”, acrescentam as especialistas.

4. Aposte no alecrim

Mariéllen comenta que, de acordo com pesquisadores da Universidade de Northumbria, o óleo essencial de alecrim pode ajudar na memória futura. “Alguns compostos presentes do óleo de alecrim, sendo o principal o 1.8- cineol, são responsáveis por aumentar a produção do neurotransmissor acetilcolina no cérebro. Segundo este estudo, com a inalação de pequenos compostos químicos encontrados no óleo essencial de alecrim, eles podem passar para a corrente sanguínea e logo serem transportados para o cérebro, promovendo o aumento da compreensão da memória e do funcionamento do cérebro”, diz.

Priscila ressalta que, conforme indicam os estudos, a inalação é a melhor maneira de usufruir dos benefícios do alecrim no que diz respeito ao desempenho da memória.

A forma mais simples de fazer isso é inspirar o aroma do óleo de alecrim ou adicionar algumas gotas em um difusor e colocá-lo em seu quarto, por exemplo.

5. Consuma canela

Entre vários benefícios que oferece à saúde, a canela parece também melhorar a capacidade de aprendizagem. “Num estudo com ratos, eles receberam alimentação oral de canela moída, que seus corpos metabolizaram em benzoato de sódio, um produto químico usado como um tratamento de drogas para danos cerebrais. Quando o benzoato de sódio entrou no cérebro dos ratos, aumentou CREB, diminuiu GABRA5, e estimulou a plasticidade (capacidade de se alterar) dos neurônios do hipocampo. Essas mudanças, por sua vez, levaram à melhora da memória e aprendizado entre os camundongos”, explica Michelle.

Priscila ressalta que a canela impulsiona a atividade do cérebro, atuando como um “bom tônico” cerebral.

E não é difícil consumir canela diariamente: ela pode ser salpicada em frutas, misturada a bebidas e preparações diversas. Fica a dica!

6. Use mel Tualang

Este mel encontrado na Malásia tem atraído bastante atenção por causa de seus efeitos benéficos na aprendizagem e memória, conforme destaca Mariéllen. “Estudos mostram que ele melhora a morfologia da memória, pois reduz o estresse oxidativo do cérebro. O comprometimento cognitivo pode ser prevenido ou significativamente retardado pelo aumento da ingestão de antioxidantes, como as vitaminas C e E, e β-caroteno. E esse tipo de mel contém boas quantidades de antioxidantes como flavonoides (catequina, kaempferol, naringenina, luteolina e apigenina) e ácidos fenólicos e ácido gálicos… Revelando, assim, seu efeito neuroprotetor no estresse oxidativo, melhorando a capacidade cognitiva”, diz.

7. Aposte em Ginseng

Michelle explica que o Ginseng possui atividade antioxidante com ação de protetora das células ao nível do Sistema Nervoso Central. “Mas, estão demonstradas outras ações específicas sobre essas células, cujos efeitos incluem o aumento do tempo de sobrevivência das células neuronais e a sua recuperação de danos diversos, prevenindo a apoptose (morte da célula) e estendendo a rede neuronal”, diz.

Priscila ressalta que, a partir da redução dos efeitos do estresse (um dos maiores causadores da redução de memória em pessoas jovens), o Ginseng auxilia na melhora da memória e é muito utilizado no tratamento da fadiga e para concentração.

8. Consuma Ginkgo Biloba

Mariéllen comenta que o Ginkgo Biloba auxilia na melhora da memória, protegendo o cérebro contra os danos oxidativos, bloqueando mecanismos de apoptose (morte das células) em seus estágios iniciais. “O uso de 180 mg/dia durante 6 semanas em 48 adultos com mais de 55 anos associou-se à melhora objetiva na velocidade de processamento cognitivo, além de uma impressão subjetiva de melhora das habilidades gerais de memória (Mix e Crews, 2000)”, diz.

Conforme explica a nutricionista, o Ginkgo Biloba influencia o cérebro de várias maneiras:
  • Estimula a dilatação dos vasos sanguíneos;
  • Reduz os níveis de colesterol no sangue;
  • Melhora a absorção de glicose;
  • Auxilia no adequado funcionamento dos sistemas neurotransmissores cerebrais.

Priscila ressalta que, apesar das muitas vantagens do Ginkgo Bilona em relação à melhora da memória, ele não deve ser consumido sem prescrição, pois pode interferir em outros medicamentos.

9. Use temperos e ervas, como açafrão, pimenta e manjericão

Michelle explica que o açafrão (cúrcuma) possui um composto antioxidante chamado curcumina, que tem ação anti-inflamatória. “Estudos recentes têm relacionado o consumo diário de curcumina com a capacidade de prevenir a morte dos neurônios nas doenças neurodegenerativas e na redução do declínio cognitivo (demência) com o envelhecimento. Um dos possíveis mecanismos para que isso aconteça é que a curcumina seria responsável pela ativação de enzimas envolvidas na regulação da plasticidade e reparo dos neurônios”, diz.

O manjericão, conforme destaca a nutricionista Michelle, é rico em compostos fenólicos, como a luteína, criptoxantina e xanthins, além de conter as vitaminas A, C e K, e os minerais zinco e magnésio. “Os compostos antioxidantes presentes no manjericão ajudam na circulação cerebral, reduzindo os danos cerebrais e o risco de doenças neurodegenerativas”, diz.

Michelle destaca ainda que um estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP) analisou as propriedades antioxidantes presentes na pimenta preta e pimenta rosa. “Foi constatado que a atividade dos antioxidantes das pimentas inibiu a ação da enzima acetilcolinesterase (enzima que degrada a acetilcolina, um neurotransmissor envolvido na retenção da memória e da aprendizagem)”, explica.

10. Tempere com azeite

Mariéllen orienta consumir azeite de oliva extravirgem prensado a frio (lembrando que ele é fonte de ômega-3): a quantidade de uma colher de sopa ao dia sobre a salada ou alimentos prontos é suficiente para oferecer benefícios.

11. Aposte no chocolate amargo

Michelle orienta comer diariamente 10g de chocolate amargo (acima de 70%), o que aumenta a performance cognitiva (memória e concentração), devido ao alto teor de antioxidantes, como o resveratrol.

12. Coma diariamente oleaginosas e/ou sementes

Michelle também aconselha incluir na alimentação, diariamente, uma porção do grupo das sementes oleaginosas (castanha-do-pará, nozes, amêndoas, avelã, pistache) e/ ou sementes (de girassol, linhaça, gergelim): bater no liquidificador junto com frutas ou ralar sobre saladas ou pratos.

“Estas são sementes ricas em vitamina E e Selênio, nutrientes que aumentam a proteção dos neurônios contra o efeito dos radicais livres”, explica a nutricionista.

13. Pratique exercício físico

Priscila lembra que o exercício físico aumenta a oxigenação cerebral, além de ajudar a evitar e até tratar doenças que podem comprometer a memória (como a hipertenção arterial, o diabetes e as alterações do colesterol).

Mariéllen destaca que dados epidemiológicos confirmam que pessoas moderadamente ativas têm menor risco de serem acometidas por desordens mentais, pois possuem um processamento cognitivo mais rápido do que os sedentários.

A nutricionista ainda acrescenta ainda que, de acordo com estudos, caminhar três vezes por semana, juntamente com exercícios de alongamento e flexibilidade, melhora a atenção, a memória, a agilidade e o humor.

14. Consuma “alimentos coloridos”

Michelle destaca que é importante o consumo de alimentos de cor vermelha, arroxeada ou azulada (amoras, uvas, ameixas, mirtilo, cebola roxa, berinjela, beterraba, açaí) e de alimentos de cor verde-escura e amarela/ alaranjada (brócolis, rúcula, agrião, couve verde, abóbora, mamão, cenoura, laranja etc.). “Pode ser na forma de sucos feitos na hora, cremes, em saladas ou como acompanhamento de pratos. Preferencialmente crus ou cozidos no vapor”, explica.

15. Tome chá verde ou branco

Mariéllen recomenda consumir, diariamente, chá verde ou chá branco: duas a três xícaras ao dia, longe das refeições principais (almoço/jantar) e longe do horário de dormir.

16. Siga uma alimentação balanceada

Nem todo mundo se dá conta disso, mas uma alimentação saudável está intimamente ligada ao bom funcionamento do cérebro e, consequentemente, da memória.

Michelle explica que a deficiência de nutrientes essenciais para a formação dos neurônios, manutenção do funcionamento adequado do cérebro e proteção do organismo contra a ação dos radicais livres pode aumentar o risco de desenvolvimento das doenças neurodegenerativas. Estes nutrientes são:

  • Vitamina E
  • Gordura poli-insaturada
  • Ômega-3 (todos encontrados em azeite extravirgem, linhaça, chia e peixes)
  • Vitaminas do complexo B (feijões, arroz integral, aveia, sementes, nozes, gema de ovo, folhas verdes escuras)
  • Fitoestrógenos (soja e derivados)
  • Cálcio e magnésio (couve, brócolis, feijão, grão de bico, iogurte, queijo magro, gergelim, sardinha, amêndoas)
  • Colina (gema do ovo)
  • Cacau (chocolate amargo; para melhorar a cognição)
Assim, uma dieta equilibrada garante ao organismo todos os nutrientes que ele precisa para funcionar bem, e é o ideal para evitar problemas relacionados à memória, entre outros.

17. Certifique-se de que sua saúde “está em ordem”

É essencial estar em dia com consultas médicas e exames pedidos, a fim de se manter saudável de uma forma geral.

Mariéllen explica, por exemplo, que o estrogênio (hormônio feminino) atua de maneira significante na cognição e saúde mental da mulher. “Quedas ou flutuações bruscas e longos períodos de baixos níveis desse hormônio estão relacionados a problemas de memória e cognição. Já o hormônio em níveis adequados reduz a inflamação melhorando a sinapse (comunicação entre os neurônios)”, diz.

18. Tenha hábitos saudáveis

Além de realizar exercícios físicos e ter uma alimentação saudável, ter momentos de relaxamento e sono reparador é essencial para a melhora da memória.

“É importante ainda criar estratégias de memória de armazenamento, como: adquirir o hábito da leitura, fazer palavras cruzadas e praticar meditação. Evitar o uso de medicações sem recomendação médica, além de bebida alcoólica com frequência e não fumar também são fatores que ajudam a preservar a memória”, destaca Michelle.

Agora você já sabe que com simples mudanças de hábitos e uma alimentação equilibrada você pode melhorar e muito sua memória, além de cuidar melhor da sua saúde de uma forma geral! Que tal começar hoje mesmo?!


terça-feira, 19 de abril de 2016

Alimentos que rejuvenescem!

Sabe o que guardar na despensa e no frigorífico para ajudar o relógio biológico da sua pele a voltar para trás? Uma especialista em naturopatia dá algumas dicas úteis.

Se, como dizem, os olhos são o espelho da alma, então o rosto é o reflexo daquilo que comemos, pelo menos é o que defende a médica naturopata, e especialista em problemas de pele, Nigma Talib, no seu livro ‘Reverse The Signs of Ageing’ ( qualquer coisa como ‘Inverta os sinais de envelhecimento’, ainda não publicado em Portugal). Naquelas páginas, a médica naturopata explica como aquilo que comemos tanto pode fazer com que a nossa pele envelheça prematuramente, como ajudar-nos a manter a pele jovem e luminosa, desde que sejam os alimentos certos. “Ao escolher os alimentos certos, cada colherada é um passo atrás no relógio biológico. 28 dias é o tempo que a pele leva a regenerar-se, por isso tem de esperar esse tempo até obter os resultados visíveis do seu esforço”, não desanime. Tome nota:

FRUTAS E VEGETAIS

A todas as refeições, vegetais sobretudo. À noite coza a vapor ou salteie com um pouco de óleo de coco, são mais fáceis de digerir.

Para dar luminosidade à pele: batata-doce, cenoura, abóbora, pimento vermelho e citrinos.
Antirrugas naturais: espinafres, kale e agriões.
Para equilibrar os hormônios: couves, brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas.
Alimente as bactérias boas: cebolas, espargos, bananas e alho-francês.

CEREAIS INTEGRAIS.

O equivalente ao seu punho fechado à maioria das refeições. Sim, tem de comer hidratos de carbono, mas integrais, com fibra, antioxidantes e ricos em vitamina B e magnésio, ambos anti-inflamatórios.

Amaranto: é uma semente, na verdade, rica em proteína que se torna gelatinosa quando cozinhada, boa para papas.
Trigo sarraceno: combina bem com vegetais e carne.
Quinoa: excelente fonte de proteína e hidratos de carbono, boa alternativa à massa e couscous. Lave antes de cozinhar, para retirar o sabor amargo da ‘resina’ que envolve a semente.
Arroz: integral, selvagem, basmati, são amigos da sua pele. Ricos em fibra e com um índice glicémico inferior ao do arroz branco.

PROTEÍNAS SACIANTES
Uma porção a cada refeição. Essenciais para a pele, cabelo e unhas.

Caldo de carne caseiro: contém colagéno natural, que previne rugas e a inflamação do intestino.
•  Ovos: ricos em lecitina, que repara os tecidos da epiderme.
Peixes gordos: sardinha, salmão, anchovas, truta, ricos em ómega 3, combatem as rugas e têm vitamina D, ótima para ajudar na prevenção de olheiras.
• Aves: proteína magra. A parte junto ao osso é uma boa fonte de zinco, que regenera a pele.
• Leguminosas: lentilhas, feijões.
Carne vermelha: rica num tipo de ferro “que é mais facilmente absorvido pelo nosso organismo. Se tem o ferro em baixo, a pele fica mais pálida, seca e fina”.

GORDURAS E SEMENTES 
Hidratam a pele, uma pequena porção à maioria das refeições.

• Abacate: combate a inflamação, ajuda o fígado a desintoxicar e contém antioxidantes que ajudam a pele a reparar os danos causados pela exposição ao sol.
Sementes de chia: ricas em ómega 3, junte às papas de pequeno almoço ou a smoothies.
Linhaça (sementes e óleo): é das fontes mais ricas em ácidos gordos, triture e deite em saladas. O óleo é bom para temperar saladas. Não cozinhe, porque o calor altera a sua estrutura.
Frutas secos: dão-nos selênio, vital para a pele.
Óleo de coco: antimicrobiano, aumenta a imunidade. É dos melhores óleos para cozinhar porque a sua estrutura não se altera com o calor.

ERVAS E ESPECIARIAS 
A todas as refeições, para dar sabor, vitaminas e antioxidantes fundamentais ao antienvelhecimento. “São minidoses de remédios naturais. Ervas como a salsa, coentros, hortelã, são ótimas para juntar às saladas. Em pós, como curcuma, cominhos, pimenta cayena, pode juntar a ovos mexidos, sucos, sopas e molhos de saladas.


segunda-feira, 14 de março de 2016

Óleo de Coco: Cosmético Natural Eficiente e Versátil!

Que o óleo de coco é maravilhoso para nossa saúde todo mundo já sabe (se você ainda tem alguma dúvida, vale a pena ler esse artigo sobre o óleo de coco). Hoje vou dar dicas de como usar o óleo de coco não na alimentação, mas sim em favor da nossa beleza, como cosmético.


Cada vez mais pessoas estão optando pelo uso de produtos naturais como cosméticos, vindo da adoção de um estilo de vida mais natural, mais consciente.

O óleo de coco é considerado um dos óleos de beleza mais nobres e, por ser natural, ainda tem a vantagem de não conter aditivos químicos indesejados como a maioria dos cosméticos convencionais.

Óleo de Coco para a Pele

Gosta de cuidar da sua pele? Experimente passar o óleo de coco nela! É natural, seguro e eficaz. É claro que o óleo de coco não vai eliminar suas rugas, até por que nenhum creme faz isso mesmo.

Mas o óleo de coco vai sim hidratar e nutrir; e quando a pele está hidratada e nutrida, o aparecimento de novas rugas é muito mais lento. Massagens circulares na pele com o óleo de coco podem ajudar na produção de colágeno.

O óleo de coco é indicado para todos os tipos de pele, até as mais sensíveis, porém as peles ressecadas e envelhecidas se beneficiam ainda mais.

Como usar o óleo de coco no rosto?

A pele precisa estar limpa, sem maquiagem, para que o óleo penetre na pele. Pegue uma pequena quantidade do óleo e passe na pele, fazendo leves massagens até que o óleo seja absorvido. Pode ser feito em qualquer horário, mas dê preferencia para o período da noite. Experimente à noite antes de dormir!

O óleo de coco também pode ser usado na área dos olhos. Passe uma pequena quantidade na região e faça movimentos leves e circulares até a absorção do óleo na pele.

Você também pode usar o óleo de coco com óleos essenciais para potencializar o tratamento e dar um aroma especial. Os melhores óleos essenciais para rugas e peles envelhecidas são:óleo essencial de lavanda, de patchouli, de palmarosa e de gerânio. Pingue 2 gotinhas no óleo de coco que você reservou para passar no rosto.

Outras Maneiras de Usar o Óleo de Coco na Pele

  • Para retirar a maquiagem. Passe uma boa quantidade de óleo de coco na pele, e em seguida passe um algodão até sair toda maquiagem. Em seguida, lave o rosto com sabonete.
  • Hidratação corporal. Após o banho, aplique o óleo de coco nas partes mais ressecadas do corpo. Ou, se preferir, acrescente um pouquinho do óleo no seu creme corporal: vai deixar seu creme bem mais poderoso e hidratante.
  • Hidratação dos lábios. O óleo de coco também ajuda a hidratar lábios rachados e ressecados. Passe um pouquinho antes de dormir.
  • Bom para as unhas: O óleo pode funcionar como amolecedor e hidratante de cutículas. Também é um ótimo hidratante para as unhas. A dica é passar em cima da unha (sem esmalte) antes de dormir e deixar. Após passar, a indicação é não lavar as unhas para que o óleo não seja removido.
  • Hidratante pós barba e depilação: Normalmente acontece irritação na pele após a remoção dos pelos, seja no barbeamento ou na depilação. O óleo de coco ajuda a melhorar essa irritação, hidratando a região. Deslize o óleo na região após o processo de retirada de pelos, massageando delicadamente.

Óleo de Coco para os Cabelos

Por ser um óleo muito rico em nutrientes, o óleo de coco ajuda no fortalecimento e crescimento dos cabelos. Óleo de coco também contém propriedades antifúngicas, antivirais e antibacterianas que ajudam a prevenir a caspa, piolhos e outros problemas de cabelo. Além disso, melhoram a saúde das cutículas capilares e do couro cabeludo: ele protege e hidrata o couro, promovendo o crescimento do cabelo saudável.

Possui ácido láurico, ácido cáprico e outros ácidos graxos essenciais que se ligam às proteínas no cabelo e protegem as raízes e os fios de cabelo da ruptura, ajudando no crescimento eficaz. Quando massageado no couro cabeludo, o óleo de coco melhorará a circulação de sangue do couro cabeludo.

Estimula o crescimento do cabelo, obtendo-se hidratação profunda aos folículos pilosos e adicionando brilho e maciez aos cabelos quando aplicados regularmente. Contém antioxidantes e outros nutrientes essenciais que ajudam a entregar os recursos críticos que melhoram a maciez e o brilho do seu cabelo. Ele também contém vitaminas E, K, ferro, que impulsionam o crescimento do cabelo, eliminando a caspa e outros problemas.

Ele age como um condicionador profundo, evitando o frizz e as pontas duplas.

Ele tem ácido linoleico que ajuda a manter a hidratação e sua elasticidade. Ele também contém ácido oléico, que ajuda a espessar e fortalecer o cabelo naturalmente.

Como usar o óleo de coco nos cabelos?

  • Hidratar o couro cabeludo: Se o óleo estiver sólido, derreta-o. Passe em todo couro cabeludo, espalhando bem, em seguida massageie por alguns minutos, deixe agir por uma hora e em seguida lave os fios normalmente.
  • Para hidratar os fios: Se o óleo estiver sólido, derreta-o. Passe o óleo no couro cabeludo e também em toda extensão dos cabelos. Massageie e coloque uma touca. Deixe agir por meia hora e em seguida lave os cabelos normalmente. Após lavar os cabelos com shampoo, retire o excesso de água e aplique a máscara capilar. Para potencializar a hidratação, acrescente algumas gotinhas do óleo de coco na máscara capilar. Deixe agir por 20 minutos e enxágue bem.
  • Para hidratação diária: Se você tem em casa um shampoo que resseca o cabelo, acrescente algumas gotinhas de óleo de coco no seu shampoo. Pode também acrescentar umas gotinhas no seu condicionador para potencializar a hidratação.
  • Para fortalecimento e crescimento saudável: Se o óleo estiver sólido, derreta-o. Separe uma colher de sopa (bem cheia) e acrescente 3 gotas de óleo essencial de alecrim, 3 gotas de óleo essencial de lavanda e 3 gotas de óleo essencial de melaleuca. Passe em todo couro cabeludo, espalhando bem. E seguida, massageie com movimentos circulares e leves por alguns minutos; deixe agir por uma hora e em seguida lave os cabelos normalmente.
  • Pontas duplas e ressecadas: Se o óleo estiver sólido, derreta-o. Antes de dormir, passe um pouco de óleo de coco nas pontas e nos locais mais ressecados. Não é para lambuzar o cabelo, a quantidade é pouca, pois os fios absorvem apenas o que ele precisam; se passar demais, o fio fica saturado e pode sujar seu travesseiro. Deixe agir durante a noite. Pela manhã, lave os cabelos normalmente.

Onde Comprar o Óleo de Coco

Tanto para ingestão como para usar como cosmético, use um óleo de coco extra virgem; se for orgânico, melhor ainda. Você pode encontrar esse produto em casas de produtos naturais, mercados municipais e lojas online.

E então? Se animou para experimentar? Para quem está buscando cosméticos mais naturais menos agressivos acho que vale muito a pena!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Óleo de coco: a gordura que emagrece?

O óleo de coco é um óleo extraído da fruta coco e existem dois tipos desse alimento funcional, o refinado e o extravirgem. O primeiro é feito a partir do coco seco, enquanto o segundo é feito com o coco fresco. No último caso, ele deve ser extraído até 48 horas após a colheita, preferencialmente de um fruto que tenha vindo de uma plantação certificada e orgânica.


Normalmente, o óleo de coco é encontrado em estado líquido na temperatura ambiente, só ficando sólido e branco quando colocado em baixas temperaturas. O normal é que ele não estrague ou fique rançoso mesmo quando armazenado há algum tempo. Seus benefícios ainda são controversos entre a comunidade médica e não representam uma unanimidade entre os especialistas. Rico em um tipo diferente de gorduras saturadas, os triglicérides de cadeia média, o alimento conquistou fama, principalmente, por ajudar na perda de peso

Principais nutrientes do óleo de coco

Óleo de coco - Por 15 g (uma porção) 
Calorias 129 kcal
Carboidratos --
Proteínas --
Gorduras totais 15 g
Gorduras saturadas 12,97 g
Gorduras monoinsaturadas 0,87 g
Gorduras poli-insaturadas 0,27 g
Cálcio --
Potássio --
Ferro 0,01 mg
Fósforo --
Magnésio --
Sódio --
Zinco --
Vitamina E 0,01 mg
Vitamina K 0,1 mg

Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos 

Como é possível perceber pela tabela, o óleo de coco é essencialmente composto por gorduras e em maior parte pela saturada que representa quase 87% da quantidade desse macronutriente. 

O alto teor de gordura saturada presente nesse óleo o torna contraindicado por alguns profissionais de saúde. Afinal, esse macronutriente, quando consumido em grande quantidade, pode aumentar a quantidade de colesterol LDL, considerado ruim. 

Para comprovar, a quantidade diária indicada de gorduras saturadas é de 22 gramas, para quem consome 2 mil calorias ao dia. Mesmo a porção recomendada de óleo de coco é de 15 g (uma colher de sopa) e contém 12,97 g desse nutriente, o que equivale a 59% do valor diário recomendado. Veja qual porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes ele carrega por porção: 

59% de gordura saturada
27% das gorduras totais
0,15% de vitamina K
0,1% de vitamina E
0,07% de ferro.


* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Benefícios

Apesar da alta quantidade de gorduras saturadas, o argumento de seus defensores é que elas são, em sua maioria, triglicerídeos de cadeia média (TCM), e não de cadeia longa, como normalmente encontramos nos alimentos. E a vantagem dessa informação é que eles são mais bem absorvidos pelo corpo, principalmente no fígado, sendo logo convertidos em energia e não se acumulando em forma de gordura no corpo. Eles são os responsáveis pela maior parte dos benefícios do óleo de coco que alguns estudos têm demonstrado e listamos a seguir: 

Ajuda a emagrecer: Quem diria que justamente as gorduras saturadas poderiam ser aliadas da dieta, não é mesmo? Um estudo feito no Canadá em 2000 mostrou que pessoas que consumiam o óleo de coco tinham uma maior oxidação das gorduras, processo que causa sua quebra, do que as pessoas que seguiam dietas com óleos comuns. Quando a gordura é quebrada no tecido adiposo, ela é usada em forma de energia, ou seja não fica acumulada no organismo na forma dos famigerados pneuzinhos. Mas os pesquisadores não conseguiram descobrir o mecanismo responsável por essa alteração. 

Outra pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro indica ainda que o óleo de coco nos ajuda a acelerar o metabolismo do organismo. Isso porque o ácido láurico, um dos TCM, fazem as células trabalharem de forma acelerada, consumindo assim mais calorias, o que evitaria o acúmulo de gordura localizada e como resultado favoreceria a perda de peso. De acordo com a pesquisa, o óleo também seria responsável por aumentar o volume de massa magra, os músculos, outros aliados por demandar mais gasto de energia do organismo, ajudando o emagrecimento.

Traz saciedade: Todos sabemos que essa sensação é a melhor amiga de quem quer perder peso, afinal quanto menos comemos, menos energia extra consumimos. Pesquisadores da Universidade de Columbia e do Centro de Pesquisa sobre Obesidade de Nova York, ambos nos Estados Unidos, verificaram que os TCM ativam hormônios como colecistoquinina, peptídeo YY e peptídeo inibitório intestinal, todos ligados a sensação de saciedade. Isso significa que ao consumir o óleo de coco no café da manhã, por exemplo, a tendência é que a quantidade de comida ingerida nas refeições seguintes seja menor. Além disso, eles indicam que o óleo de coco pode ser bem utilizado em dietas, mas para isso é necessário mudar todo o consumo de gorduras do cardápio, já que ele estará suprindo apenas as quantidades de gordura saturada. Você precisará consumir bem menos carnes vermelhas e frituras e priorizar peixes, oleaginosas, grãos como a linhaça e óleos como o azeite.

Melhora a imunidade: O ácido láurico e o ácido cáprico, dois dos TCM do óleo de coco, tem a propriedade de modular o sistema imunológico. Alguns estudos mostram essa relação, mostrando sua eficácia contra fungos, vírus e bactérias, mas os cientistas ainda não descobriram como isso funciona. Uma forma indireta de ele contribuir com a imunidade está na melhora do trabalho do intestino ao eliminar as bactérias ruins.

Evita a prisão de ventre: Alimentos gordurosos normalmente auxiliam na digestão, pois a gordura se mistura o bolo alimentar e as fezes, facilitando sua passagem pelo sistema digestivo. Além disso, o ácido láurico e suas propriedades antibacterianas eliminam as bactérias ruins do intestino, favorecendo sua microbiota (flora intestinal) e assim melhorando o funcionamento do órgão. Mas, cuidado, o consumo em excesso pode trazer o efeito rebote, causando diarreia.

É amigo da beleza: Alguns estudos mostram que seu consumo melhora a elasticidade da pele. Além disso, seus antioxidantes ajudam no combate dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. O óleo de coco também pode ser usado diretamente para hidratação dos cabelos, sendo adicionado a cremes.

Controle do colesterol: Alguns estudos mostram a eficiência do óleo de coco no aumento do colesterol bom, o HDL.

Porém a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) inclusive confirma em sua I Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (HF) que o ácido láurico presente no alimento tem potencial de aumentar esse tipo de colesterol em relação aos outros tipos de gorduras saturadas, mas também eleva o LDL, considerado um colesterol ruim. 

Por isso, a SBC contraindica o óleo de coco para pessoas que tenham colesterol alto, e também solicita estudos adicionais antes de consolidar seu uso para pessoas com outras síndromes em seu metabolismo. O óleo também não deve ser ingerido por pessoas que tomam anticoagulantes. 

Quantidade recomendada de óleo de coco

O ideal é consumir uma colher de sopa de óleo de coco, afinal mais do que isso extrapola as quantidade de gordura saturada diárias

Riscos do consumo excessivo

Se você ingerir mais do que a quantidade recomendada do óleo, o tiro sairá pela culatra. Afinal, haverá um consumo maior de energia do que seu gasto, o que sempre resulta em sobrepeso. Também pode trazer riscos cardiovasculares, com o aumento do colesterol. Por ajudar na digestão, em alta quantidade ele pode causar diarreia. 

Como consumir o óleo de coco

Vale a pena acrescentá-lo a preparações frias, como saladas e sucos de frutas. Caso queira incluí-lo em pratos quentes, use apenas na finalização e não leve ao fogo, para que ele conserve suas propriedades antioxidantes. 

O óleo de coco pode ser utilizado para finalizar os pratos quentes, promovendo sabor e aroma suaves a pratos como arroz e peixes. Em sua versão extravirgem, pode ser utilizado como tempero de saladas.

O óleo de coco também pode ser usado na preparação de bolos e tortas.

Ele pode ser misturado em iogurtes, sucos ou vitaminas. A adição do alimento deixa as bebidas com um gosto leve de coco

O óleo de coco não é muito recomendado para ser usado em frituras, pois além de ser um uso pouco saudável, pode deixar os alimentos com gosto de coco, como a batata frita e carnes, por exemplo.

Compare o óleo de coco com outros alimentos

O maior diferencial do óleo de coco é o tipo de gordura saturada que ele contém: seus ácidos graxos são triglicérides de cadeia média. Eles são metabolizados diretamente no fígado e convertidos em energia, que, caso não seja gasta, não se acumula em forma de gordura. Até existem outros alimentos que contém esse tipo de triglicéride, mas as quantidades são tão pequenas que eles sequer são contabilizados. Já no óleo de coco, esse tipo de gordura é maioria dentre as saturadas.

Onde encontrar

Você consegue localizar o óleo de coco em diversos supermercados, farmácias e lojas de produtos naturais, inclusive pela internet. Ele pode ser vendido na versão para uso culinário ou em cápsulas, como suplemento. É importante consultar um especialista antes de iniciar o consumo das cápsulas, para entender a indicação de consumo diário se sem riscos à saúde. 

Fontes consultadas

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

7 alimentos que ajudam a chapar a barriga!

Esqueça a lipo. Transforme o sonho do abdômen liso em realidade com exercício (levado a sério, é claro) e dieta equilibrada. Se quiser acelerar o resultado, você também pode dar espaço no cardápio aos alimentos antibarriga. Sim, eles existem e são facilmente encontrados na feira e no supermercado. Vamos mostrar esses aliados aqui, mas você não precisa investir em todos ao mesmo tempo – se bem que não seria nada mal. “São alimentos que, além de acelerar o metabolismo, têm substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias. Por isso, eles combatem as células de gordura e ainda reduzem o excesso de radicais livres”, explica o nutricionista Luciano Bruno, de Piracicaba (SP). Conseguiu aderir apenas a um ou dois? Ok, já está valendo!


1. ATUM E SARDINHA

Cortar toda e qualquer gordura do prato não é uma boa estratégia para secar aquela que fica acumulada no corpo. “As gorduras poli-insaturadas da série ômega-3, presentes nos peixes de água profunda, melhoram a sensibilidade à insulina”, explica Luciano Bruno. Isso significa que você consegue reduzir os processos inflamatórios do organismo e elimina as gordurinhas já existentes com mais facilidade, inclusive as da barriga.

Dose ideal: 1 filé médio (100 g) de peixe três vezes por semana.

2. AVEIA

É rica em fibras, que viram uma espécie de gel quando em contato com um líquido e ocupam mais lugar no estômago. Resultado: você fica satisfeita com menos comida. Há outras vantagens em acrescentar aveia na dieta. “Ela modula a carga glicêmica da refeição – estratégia fundamental para evitar picos de insulina”, diz o nutricionista. Esse hormônio (ele de novo!), produzido em excesso, faz com que o organismo acumule novo estoque de gordura (adivinha?) bem ali, onde você mais quer secar. 

Dose ideal: 3 colheres (sopa) por dia (polvilhe na banana, na tapioca, no iogurte, na sopa ou prepare um mingau leve – feito com água e frutas secas).

3. MAÇÃ

Você já deve ter ouvido que essa fruta desintoxica, facilita a digestão e até afina a cintura. O mérito é da pectina – fibra solúvel que também vira um gel. Entre os vários benefícios, ela absorve alguns tipos de gordura e sódio e, com isso, elimina do organismo essas substâncias que dão barriga. Coma inclusive a casca: “É a parte que concentra mais fibras insolúveis. Elas são importantes para o bom funcionamento do intestino, afirma a nutricionista Rita Castro, de Natal. Olha aí outro ponto a favor do abdômen sequinho.

Dose ideal: 1 maçã com casca (é a parte que concentra mais fibras) antes do almoço ou do jantar.

4. CHIA E LINHAÇA

Assim como os peixes, elas são ótimas fontes de ômega-3 (dessa vez de origem vegetal) – gordura boa com um efeito anti-inflamatório. Já as fibras, também presentes nas duas sementes, agem triplamente contra os estoques no abdômen: “Elas aumentam a saciedade, modulam a carga glicêmica da refeição e estimulam o funcionamento do intestino”, diz Luciano. O ideal é consumir a linhaça triturada e a chia hidratada.

Dose ideal: 2 colheres (sopa) por dia. Pode ser só de chia ou de linhaça ou, ainda, uma de cada semente (bata no suco, misture no iogurte e na omelete e polvilhe na tapioca).

5. ÓLEO DE COCO EXTRAVIRGEM

Extraído da polpa madura do coco, ele não carrega só gordura mas também uma boa quantidade de ácido esteárico – substância com ação anti-inflamatória. O óleo tem ainda o poder de reduzir a liberação exagerada de insulina e, com isso, enxugar a circunferência da cintura. Esse efeito foi comprovado pela pesquisadora Diuli Cardoso em sua tese de mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Bônus: equilibra o sistema imunológico.

Dose ideal: até 3 colheres de sopa por dia (acrescente no suco, no molho para a salada e no preparo de moqueca e panqueca).

6. CHÁ VERDE

Presente em quase todas as dietas de emagrecimento, essa erva extraída da Camellia sinensis dispensa apresentação. Mas vale lembrar: os polifenóis (destaque para as catequinas – componentes com alto poder antioxidante) dão a ela o mesmo efeito da pimenta dedo-de-moça, ou seja, aumentar a oxidação das gorduras abdominais. Já a cafeína, outra substância em grande quantidade no chá-verde, acelera o metabolismo e, como consequência, manda embora mais gordurinhas inimigas.

Dose ideal: 2 ou 3 xícaras por dia.

7. PIMENTA DEDO-DE-MOÇA

É um tempero que não pode faltar no prato de quem quer derreter a gordura teimosa da barriga. A capsaicina (substância responsável pelo gosto picante da pimenta) induz a morte das células de gordura (processo de oxidação), diminuindo o volume acumulado em diferentes partes do corpo, inclusive na barriga. “Esse componente da pimenta também aumenta a ativação do tecido adiposo marrom, conhecido por acelerar o metabolismo e o gasto energético”, explica Rita Castro.

Dose ideal: 1/2 pimenta dedo-de-moça antes do exercício de baixa intensidade (caminhada, hidroginástica), batida no suco ou picadinha na omelete, aumenta a lipólise (quebra da gordura), principalmente no abdômen.




quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Como tornar as preparações calóricas mais saudáveis

Você adora uma fritura? Não resiste a um doce? E a uma massa? Calma! É possível ingerir essas delícias de uma maneira mais saudável. Claro que algumas delas ainda vão continuar não sendo benéficas para a saúde, como as frituras, mas os malefícios podem ser muito reduzidos. Veja como:

Frituras

O primeiro passo para fazer as frituras mais saudáveis é a escolha do óleo para fritar. "As melhores gorduras para esse fim são o óleo de coco extra virgem, o Ghee e o óleo de semente de uva. Dos óleos mais comumente encontrados, o óleo de soja e canola também são indicados. Eles toleram temperaturas elevadas por apresentarem um alto ponto de fumaça, demandando mais tempo para a gordura se tornar tóxica", explica a nutricionista e culinarista funcional Anna Forcelini. 

Também é importante prestar atenção à temperatura do óleo. "A 180 graus, esse óleo consegue cumprir a missão de fritar sem encharcar o alimento. O óleo não deve passar de 200 graus, pois começa a entrar em saturação", alerta a nutricionista e chef Carina Boniatti, da Colherada Gourmet. 

A melhor maneira de saber se a temperatura do óleo está bom para a fritura é com um termômetro. Contudo, um método caseiro também pode ajudar. Jogue um pedacinho de pão no óleo, se ele afundar e demorar para voltar significa que ainda está frio. A temperatura está em torno de 180 graus quando jogamos o pedacinho de pão e ele instantaneamente começa a fritar. 

Quando a temperatura fica muito elevada, o óleo passa a soltar fumaça. Caso isso ocorre, este óleo deve ser descartado, pois ele possui substâncias que elevam os riscos de câncer. Utilize uma frigideira anti-aderente e pouco óleo. "Nada de fritura em imersão. Se precisar cozinhar o alimento por dentro, frite até dourar e leve ao forno para finalizar o cozimento. Dessa forma diminui a exposição do alimento ao óleo aquecido", orienta Anna Forcelini. Se houver sobra de óleo, não reutilize

Também é possível empanar de uma maneira mais saudável. Substitua o ovo por 3 colheres de linhaça ou chia triturada e deixadas de molho em 6 colheres de água por 10 minutos. Essa mistura formará um gel que terá a mesma função do ovo. Em seguida passe em farinhas de maior teor de fibra: farinha de arroz integral para sem glúten ou farinha de aveia. Sementes de gergelim misturadas na farinha agregam mais qualidade e textura na preparação.

Também é possível fazer alimentos assados similares a frituras. Um deles é a batata. Ao fazê-la no forno, coloque duas colheres de sopa de óleo, sal e algumas ervas. Essa quantidade é para duas a três batatas e leve ao forno com temperatura de 200 graus por 20 a 30 minutos. Também é possível empanar com a milharina ou o farelo de aveia ou flocos de amaranto para proporcionar maior crocância.
 
Carne vermelha

A carne vermelha não deve fazer pare da alimentação diária, seu consumo deve ser restrito a duas vezes por semana, intercalando com fontes vegetais de proteína, peixe, frango e ovos. "E sempre respeitando a porção que devemos consumir na refeição: 1 porção é igual a palma da mão. Os cortes com menos gordura são o patinho, o músculo e a maminha. Nos demais cortes é importante remover toda gordura aparente", afirma Anna Forcelini. 

A melhor maneira de consumir as carnes vermelhas é cozido em molho. "Isto porque sempre que tem o tostado há produção de algumas substâncias tóxicas para o corpo. Quando é feita com um molho, a carne termina o cozimento dentro de um líquido e não vai produzir substâncias tão agressivas para o organismo", orienta Carina Boniatti. Opte pelo molho de tomate, que tem poucas calorias e é rico em licopeno, substância com forte ação antioxidante que contribui para a prevenção do câncer de próstata. 

Também é importante consumir a carne acompanhado de legumes e verduras. "Os crucíferos (brócolis, couve flor, couve manteiga, repolho) são ótimos aliados em pratos carnívoros pois contêm sulforafanos, compostos bioativos com ação anticancerígena", destaca Anna Forcelini.

Massas

Você adora uma macarronada? Não resiste a uma lasanha? Nestes casos, é importante optar pelas massas deitas com farinhas integrais. "Elas são mais saudáveis por serem ricas em fibras e contaram com vitaminas e minerais que são perdidos durante o processo de refinamento. Outro substituto é o macarrão asiáticos a base de arroz por serem mais leves e de mais fácil digestão", diz Anna Forcelini. A escolha dos molhos também é essencial para que o prato fique mais magro e saudável. Neste caso, o molho de tomate também é uma ótima alternativa.

Pão

Os pães mais saudáveis são os menos industrializados, feitos de farinha integral e/ou centeio. "Melhor ainda quando adicionados de outros alimentos funcionais como chia, quinoa e aveia", destaca Anna Forcelini. Sempre leia o rótulo, escolha aquele que traz farinha integral como o primeiro item da lista de ingredientes. Outra forma é encontrar uma padaria que faça o pão integral de forma mais natural, sem aditivos e conservantes. 

Doces

O principal problema dos doces é a grande quantidade de açúcar adicionada. "Primeiro, temos que reduzir a quantidade de açúcar, pois o paladar do brasileiro é muito doce. É interessante substituir o açúcar comum pelo de cocô", afirma Carina Boniatti. 

Outra alternativa saudável é o açúcar mascavo, que possui um pouco mais de nutrientes do que o açúcar comum. O adoçante de xilitol também é uma boa alternativa para o consumo. 

Salgadinhos

Alguns petiscos salgados saudáveis são as castanhas, a pipoca, palitos de cenoura acompanhados de pasta de grão de bico e palitos assados de batata doce. "As castanhas devem ser consumidas moderadamente devido ao teor calórico, mas por outro lado fornecem gordura de boa qualidade, zinco, selênio, aminoácidos e saciam a fome. A pipoca pode ser adicionada de especiarias para alterar o sabor e sair da monotonia", orienta Anna Forcelini. 

Existem alguns salgadinhos de pacote saudáveis. A melhor maneira de observar se o produto é bom para a saúde ou não é lendo os rótulos. "Verifique a proporção de cada ingrediente, se a farinha branca vem listada em primeiro, seguida da gordura e do açúcar já sabe que não é uma boa opção", constata Anna Forcelini.

Refrigerantes

Nenhum refrigerante é saudável. "O refrigerante é uma bebida rica em químicos, cada vez que a tomamos ingerimos uma bebida que vai atrapalhar nosso organismo e dificultar a perda de peso, mesmo sendo light", diz Carina Boniatti. 

Uma bebida saudável que pode ajudar a matar a vontade de refrigerante é a água com gás com limão espremido. "Esta fruta é rica em nutrientes que vão favorecer o seu metabolismo", destaca Carina Boniatti. 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Alimentos naturais que aceleram a queima de gordura, os famosos termogênicos

Não é novidade que a alimentação saudável é fundamental para a queima de gordura e o emagrecimento. Porém, alguns alimentos, chamados de termogênicos, sempre que associados a uma dieta equilibrada e a exercícios físicos, mais do que aquecem o corpo. Eles auxiliam no emagrecimento.


Os termogênicos aumentam o metabolismo, fazendo com que o organismo acelere e gaste mais energia do que o habitual”, diz a nutricionista Mariana Durante Fernandes, da DNA Natural.

A pedido do blog, Marina listou dez alimentos termogênicos que podem ajudar na luta pela busca de um corpo mais saudável.

Pimentão: fonte de vitaminas C e A, cálcio, fósforo e ferro. Ótimo ingrediente para saladas cruas e, ainda, tempero.

Pimenta Caiena: é um estimulante natural. Fonte de vitaminas C e A, vitaminas do complexo B, cálcio e potássio (protege o coração). Utilizada como tempero.

Gengibre: muito utilizado cru no tempero de aves e peixes, refogado, em forma de chá ou batido no liquidificador com frutas. O gengibre tem ação antiinflamatória, antimicrobiana, protege o fígado e o coração. Acelera em até 20% o organismo, além de ser um excelente antioxidante.

Vinagre de maçã: super antioxidante, utilizado para tempero de saladas e ingrediente para sucos.

Chá Verde: além de regular as taxas de colesterol, desintoxica. Ótima base para sucos naturais.

Canela: essa especiaria, utilizada para adoçar chás, sucos e etc., tem propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e ainda, controle o índice glicêmico.

Óleo de Coco: tem o poder de reduzir a velocidade em que os alimentos são digeridos, prolongando a saciedade e, assim, a fome. Fortalece o sistema imunológico e auxilia na digestão.

Couve: extremamente rica em vitaminas e minerais, protege o organismo de várias doenças. Desintoxica o organismo e acelera o metabolismo. Pode ser utilizada in natura em saladas e sucos e refogada em sopas e caldos.

Brócolis: possui substâncias que bloqueiam a ação de hormônios que estimulam a evolução dos tumores e protegem o organismo de doenças. O brócolis tem um alto teor de bioflavonóides e outros antioxidantes.

Cacau: possui cafeína na composição, uma substância conhecidamente termogênica. Em sua versão em pó em cima de frutas ou batido com sucos ou vitaminas. Quanto mais cacau melhor e por isso somente os chocolates com mais de 50-60% de cacau são as melhores escolhas, mas mesmo assim fique em até 30g por dia.

*Hipertensos, cardiopatas, gestantes, crianças e quem sofre com enxaqueca, devem evitar estes alimentos. Consulte seu nutricionista.