terça-feira, 21 de julho de 2015

Os benefícios dos exercícios físicos

Além das vantagens já conhecidas dos exercícios para a sua saúde (como a prevenção e o controle de doenças crônicas, o fortalecimento dos músculos e a manutenção do peso corporal, por exemplo), as atividades físicas também podem fazer com que você pareça e se sinta mais jovem. Veja abaixo 7 motivos pelos quais isso acontece:

1. Exercícios aumentam a vitalidade e o vigor, pois colocam o corpo em um estado de excitação, o que faz com que você se sinta mais alerta e proporciona uma maior sensação de bem-estar.

2. Exercícios melhoram a sua vida sexual. Com uma melhor circulação sanguínea proporcionada pela atividade física, você se sente mais ágil e disposto. O exercício também aumenta a confiança e a autoestima, o que contribui para uma atitude mais sexy.

3. Exercícios ajudam a sua pele a permanecer macia e brilhante. Além do suor, há indícios de que os exercícios criam substâncias corporais que ajudam a retardar o envelhecimento da pele, mas são necessários mais estudos para saber como isso acontece.

4. Exercícios melhoram a sua postura e flexibilidade. Quando você fortalece os músculos, principalmente os da região do tronco, a sua coluna acaba sendo mais bem sustentada, o que melhora a postura e contribui para uma aparência mais jovem. Alongar-se e/ou praticar exercícios de ioga ou pilates ajudam a manter a flexibilidade dos músculos e juntas, o que garante mais agilidade.

5. Exercícios melhoram o humor e aliviam o estresse. Isso acontece porque durante algumas atividades físicas o corpo produz endorfina e dopamina, que são neurotransmissores associados ao prazer, ao relaxamento e à sensação de bem-estar.

6. Exercícios retardam o envelhecimento das células. O revestimento das extremidades dos cromossomos controla o envelhecimento e são chamadas de telômeros. Os telômeros vão ficando menores à medida que o corpo envelhece, e telômeros maiores são associados à longevidade. Exercícios regulares parecem retardar esse encurtamento dos telômeros, o que, segundo alguns estudos, proporcionaria uma vida mais longa.

7. Exercícios melhoram a sua memória. Segundo um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine, exercícios aeróbicos regulares parecem aumentar o tamanho do hipocampo, uma parte do cérebro associada com a memória. Outros estudos sugerem que o exercício está relacionado a habilidades cognitivas mais apuradas.

Fonte: Receita de vida/21.07.15

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Dieta rica em açúcar é associada à depressão

Quem já não se sentiu feliz durante a degustação de um delicioso pedaço de chocolate ou ao término de um pudim de leite condensado? Pois é, estas "emoções" surgem após a elevação de substâncias no cérebro chamadas de neurotransmissores. São estas substâncias, especialmente a serotonina e a dopamina, que vão às alturas quando você recebe a notícia que ganhou na Mega-Sena, bateu a meta nos seus projetos e até mesmo durante um orgasmo. A sensação de alegria, humor, prazer e felicidade dependem destes neurotransmissores para serem percebidos pelo cérebro. Aliás, muitas pessoas se tornam dependentes químicos de algumas drogas pois muitas delas também são capazes de estimular a dopamina, viciando o cérebro em querer constantemente esta sensação de êxtase. 

Ao longo dos últimos anos os estudos de neurofisiologia vêm mostrando que determinados alimentos têm a capacidade de estimular diretamente a serotonina e a dopamina, podendo também viciar nosso cérebro na busca constante por eles. Tanto o açúcar como os alimentos "gordurosos" estimulam a serotonina e a dopamina, respectivamente. 

Vamos entender isto melhor? A serotonina, neurotransmissor que atua no humor, sono, apetite, relaxamento e bem-estar, não surge do além no nosso cérebro sendo necessário fabricá-la. Entra aí uma matéria-prima fundamental para a produção da serotonina, um nutriente (aminoácido) chamado triptofano, provindo de fontes alimentares, mas que para conseguir entrar dentro do cérebro e servir como matéria-prima para formar a serotonina necessita da carona da glicose, que é outro nutriente gerado pela ingestão dos carboidratos, como os cereais, legumes e verduras, frutas e entrando aí também os açucares e doces como exemplos. 

Uma dieta isenta de carboidratos, como muitos fazem para perder peso, leva muitos seguidores à um tremendo mau humor e irritabilidade, possivelmente por queda de serotonina cerebral. Aliás, é a queda da serotonina e da dopamina no cérebro que desencadeia os quadros de depressão, não à toa os medicamentos prescritos pelos psiquiatras para o tratamento da mesma têm como objetivo equilibrar os níveis destes neurotransmissores. Mas por quais motivos há a queda de serotonina no cérebro? Além da predisposição genética, fatores hormonais podem influenciar como a alteração de determinados hormônios antes da menstruação, levando a mulher à ficar ávida por doces. 

A triptamina, substância encontrada no chocolate, estimula diretamente a produção da serotonina, justificando então esta necessidade de abocanhar uma caixa inteira de chocolate que muitas mulheres têm antes de menstruar. Fatores como estresse contínuo (emocional, físico, etc) também são capazes de levar a queda de serotonina no cérebro, desencadeando também quadros de depressão.

Estudos publicados nos últimos anos associam dieta rica em açúcares com maior tendência à depressão, embora muitos deles tenham número baixo de participantes, não podendo extrapolar para a população geral, já que existem fatores genéticos (individuais) que tornam determinadas pessoas à serem mais susceptíveis à depressão, não correlacionada diretamente com o consumo de açúcares. Um estudo publicado em abril de 2014 no Journal Plos One (Journal.Pone) concluiu que uma dieta rica em bebidas açucaradas pode aumentar o risco de depressão em idosos, ao passo que o consumo de cafeína em níveis adequados poderia diminuir o risco neste mesmo grupo. 

De qualquer forma, toda vez que há um estímulo intenso na produção de um neurotransmissor, como a dopamina e a serotonina, por exemplo após o uso recreativo de uma droga, passado o efeito estimulatório em seguida certamente virá uma sensação desagradável de depressão, justamente pela queda súbita destes neurotransmissores após o hiper estímulo. Pessoas que utilizam cocaína de maneira recreativa referem uma sensação de depressão quando termina o efeito da droga. É possível então que pacientes com tendência à depressão ou mesmo já deprimidos, após consumirem açúcar e terem sua serotonina estimulada queiram repetir seu consumo constantemente após algum tempo de sua ingesta, à fim de manter a sensação de prazer desencadeada pelo açúcar, tornando-se então um ciclo vicioso. 

Outra linha de raciocínio também pode ajudar a compreender os estragos do açúcar no cérebro. Sabe-se que a elevação exagerada da glicose (açúcar) no sangue leva à uma oxidação (glicação) de determinas células, incluindo os neurônios cerebrais, fato este capaz de atrapalhar a neurotransmissão, que é a capacidade dos neurônios de se comunicarem adequadamente entre si, influenciando então negativamente no perfeito funcionamento cerebral, incluindo a ação adequada dos neurotransmissores. Com este mecanismo de neurotransmissão prejudicado poderia haver um ação menos eficiente da serotonina. Estudos estão em andamento para confirmar esta hipótese. 

Realmente, em termos científicos, é difícil concluir se o consumo excessivo de açúcar desencadeia a depressão ou se o depressivo tem no açúcar um "alimento conforto" que lhe traga sensação de "prazer", ou seja, se é causa ou consequência.

Enfim, o ideal é que devemos fornecer para o cérebro, através da nossa alimentação, nutrientes que sejam importantes para a produção da serotonina, como é o caso do triptofano, encontrado nas oleaginosas como as castanhas, nozes, amêndoas e amendoim, peixes, iogurte, ovo, ervilha, banana, couve-flor, entre outros. O ácido fólico, encontrado também na lentilha, levedo de cerveja, feijão preto, grão de bico, brócolis, espinafre, contribui também para a produção dos neurotransmissores cerebrais envolvidos no humor e bem estar, contribuindo para a diminuição do risco na prevalência da depressão, já que estudos correlacionaram maior número de pessoas depressivas em populações com baixa ingestão de ácido fólico. 

No mais também é importante procurar profissionais capacitados para abordar de maneira precisa o diagnóstico e tratamento da depressão que na maioria das vezes leva à uma perda de qualidade de vida comprometendo o dia a dia das pessoas que se encontram nesta condição. Cuide-se e busque uma alimentação saudável sempre que possível. 


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Receita: Sopa funcional de grão de bico

Sopa de grão de bico com legumes e frango


Benefícios nutricionais

O ponto forte dessa sopa é a boa quantidade de proteínas, que dão saciedade e ajudam quem quer ganhar músculos.


Ingredientes



  • 1 unidade de peito de frango picado em pequenos pedaços
  • 1 xícara de grão de bico pré-cozido
  • 2 unidades de mandioquinha
  • 1 unidade de cenoura
  • 1 unidade de chuchu
  • 1 unidade de abobrinha italiana
  • Meia Cebola
  • 1 unidade de alho
  • 1 unidade de folha de louro
  • 1 colher de sopa de azeite extra virgem
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

Numa panela, coloque o azeite e o peito de frango em pedaços ou desfiado para dourar. Acrescente o alho e a cebola. Assim que o frango estiver dourado, adicione o grão de bico pré-cozido e a água usada em seu cozimento. Coloque o sal e o louro e deixe cozinhar. Quando a sopa estiver quase no ponto desejado, acrescente os legumes pré-cozidos. Deixe ferver, mas não deixe os legumes cozinharem muito, o ideal é que eles fiquem mais durinhos.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Estressada? Alcance o equilíbrio interior com estes alimentos

Você está muito atarefada? O trabalho e a família exigem cada vez mais e você não sabe o que fazer? Pare por um momento e tome um pouco de ar. Você está estressada e é o momento de reconhecer isso. Em seu organismo está acontecendo uma série de mudanças bioquímicas que está afetando sua saúde, desta forma, você deve tomar medidas antes que seja tarde.

Ter consciência de que sofremos com o estresse e que estamos chegando ao limite de nossas forças é, sem dúvida, o primeiro passo para estabelecer estratégias de melhoria da qualidade de vida. Lembre-se que, além de controlar adequadamente todas essas emoções negativas e de compreender quais são as autênticas prioridades em sua vida, é importante também “se cuidar por dentro”.

É por isso que hoje em nosso blog queremos mostrar quais são os alimentos que não devem faltar a partir de agora em seu dia a dia. Tome nota!

1. Sim para as frutas secas

Há algo que nunca devemos nos esquecer: os estados de estresse alteram a bioquímica de nosso cérebro, e isso explica, por exemplo, porque ficamos obcecados por determinadas coisas, que vejamos tudo de forma muito negativa e que, inclusive, uma situação de estresse seja mantida por muito tempo e se transforme em depressão.

Os alimentos ajudam a impedir essas mudanças bioquímicas, e as frutas secas são grandes aliadas para favorecer o organismo. Quer saber de quais frutas secas estamos falando?

Amêndoas, nozes e avelãs: estas frutas secas são muito ricas em vitamina B, que possui a incrível propriedade de melhorar o ânimo. O que ela faz é regular a liberação de serotonina em nosso cérebro, um neurotransmissor muito importante que favorece a comunicação entre neurônios. Se houver um déficit ou um desequilíbrio, haverá um aumento da ansiedade, do nervosismo e problemas de sono, entre outros.

Consuma 2 nozes, 3 amêndoas e 5 avelãs por dia. O melhor é consumi-las nas primeiras horas do dia.

2. A banana

Os médicos e nutricionistas consideram a banana a melhor fruta anti-estresse, ideal para combater essa ansiedade cotidiana que costumamos sentir. Explicamos a seguir quais são suas principais propriedades:

A banana é rica em vitamina A e vitamina B, que favorecem o equilíbrio de muitos destes neurotransmissores que fazem com que você se sinta estressada, como a serotonina.

Além de ser muito rica em cálcio e magnésio, a banana é, antes de tudo, rica em potássio. Graças a este elemento, a carga elétrica dos neurônios é regulada, evitando alterações que aumentem nosso nervosismo, que se acelere nosso coração ou que sejamos mais sensíveis a determinados estímulos.

A banana também é muito rica triptofano, um tipo de aminoácido que nos ajuda a sintetizar proteínas, a regular os níveis de serotonina e, sobretudo, a favorecer o equilíbrio do hormônio melatonina, muito importante para sincronizar os ciclos de vigília e sono.

3. O chocolate amargo

Você esperava que o chocolate apareceria nesta lista? Pois é! No entanto, é preciso fazer uma consideração, trata-se do “chocolate amargo e sem açúcar”.

Lembre-se, sempre que você se sentir estressada, seria ideal levar em sua bolsa um pedaço de chocolate amargo. Além de ser saboroso e saciante, a iguaria pode ajudar em outras situações:

O chocolate amargo é muito rico em magnésio e feniletilamina, um precursor da serotonina que, como você já sabe, vai ajudar a regular a bioquímica cerebral que favorece a ansiedade e os pensamentos negativos quando estiver estressada.

E, lembre-se sempre de consumir o chocolate amargo sem açúcar!

4. O salmão

O salmão é ideal para o jantar. Se você o preparar ao forno com suco de limão, aspargos e um pouco de brócolis ao vapor, terá um prato saudável e adequado para tratar os níveis de estresse. A razão disso se baseia nos seguintes aspectos:

Seus ácidos graxos ômega 3, os quais, além de combater a inflamação, nos ajudam a reduzir o nível de cortisol em nosso organismo. Como você já sabe, este hormônio pode alterar muitas de nossas funções vitais, que se eleve o ritmo cardíaco, a tensão, que soframos com problemas digestivos, etc.

Seria muito adequado, no entanto, consumir entre duas ou três vezes por semana salmão ou qualquer outro tipo de peixe azul como, por exemplo, sardinhas. Segundo vários estudos, este tipo de alimentos ricos em ácidos graxos ômega 3 podem reduzir em até 20% nosso nível de estresse.

5. O iogurte branco

O iogurte natural sem açúcar é um dos melhores probióticos que podemos tomar. Muito adequado, por exemplo, para o café da manhã, misturando com algum pedaço de fruta e algumas frutas secas.

Os probióticos nos ajudam a reduzir toda inflamação e a regular nossa digestão e o trânsito intestinal, os quais, como já se sabe, costumam se alterar quando sofremos com o estresse.

Além deste importante dado, não podemos nos esquecer de que este tipo de lácteos são muito benéficos para o sistema nervoso, pois são ricos em proteínas e favorecem a síntese do triptofano. Este aminoácido, tal e como comentamos antes, nos ajuda a regular o nível de serotonina.

Não se esqueça de incluir em sua dieta todos estes alimentos quando se sentir estressada!

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Receita: Sopa detox

Suco verde, de clorofila, de beterraba, de couve, são várias as opções da moda. Eles prometem emagrecimento ao realizar uma "desintoxicação" do organismo. Para quem já conhece essas bebidas, nada melhor, então, do que testar uma refeição saudável: a sopa detox.


Ela é feita à base de linhaça, espinafre e gengibre. Esses dois vegetais fazem muito bem à saúde. Segundo o portal Saúde Dica, os benefícios do espinafre são diversos. "Uma xícara tem quase 20% da RDA de fibra dietética, que auxilia na digestão, previne a constipação e ajuda a mantém níveis baixo de açúcar no sangue", informa o portal especializado em nutrição e vida saudável.

A folha verde preferida do marinheiro Popeye contém ainda flavonóides, neoxantina e violaxantina, que são dois anti-inflamatórios a antioxidantes como as vitaminas C e E, beta-caroteno, manganês, zinco e selênio, que combatem o aparecimento da osteoporose, aterosclerose e hipertensão.

Já em relação ao gengibre, essa raiz, muito popular na Ásia, é conhecida por seus benefícios para o estômago e, consequentemente, para a digestão. "O gengibre aumenta a queima de gordura, acelerando o metabolismo", explica o site Saúde Dica.

Confira, abaixo, a receita da sopa detox:

Ingredientes:

5 inhames médios sem casca
1 colher (café) de gengibre em cubos
1 cebola média picada
2 dentes de alho
1 xícara (chá) de espinafre picado
2 colheres (sopa) de farinha de linhaça dourada
200 ml de água
1 colher (chá) de tomilho e alecrim triturados
Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

Refogue o alho e a cebola em panela antiaderente. Junte o inhame e a farinha de linhaça. Tempere com pimenta-do-reino a gosto. Acrescente a água. Ao levantar fervura, coloque o gengibre. Quando o inhame estiver macio, amasse-o com a concha. Adicione o espinafre e ferva por mais dois minutos, até as folhas amolecerem. Sirva no prato e acrescente o tomilho e alecrim triturados.

Rende 3 porções de 169 calorias cada!



quinta-feira, 9 de julho de 2015

Frutas a favor da saúde

Uma dieta balanceada pede frutas. Mas é importante saber que cada uma tem características específicas que contribuem para diferentes aspectos da saúde. Embora sejam frequentemente associadas à perda de peso, o consumo não moderado de algumas delas pode até atrapalhar nesse processo. Andrea Pereira, nutróloga do Hospital Israelita Albert Einstein, desvenda alguns dos mitos sobre frutas e conta quais realmente ajudam quem quer perder peso.

Pera e maçã
No geral, as frutas têm uma grande quantidade de fibras, que aumentam a sensação de saciedade e reduzem a absorção de gorduras. Assim, elas auxiliam na perda de peso e na prevenção de câncer intestinal, além de contribuir para uma flora bacteriana mais equilibrada. A casca da maçã e a casca da pera têm papel importante nesse processo, já que são bem ricas no nutriente (que nutriente?). As fibras, porém, não têm relação com o aumento do ritmo metabólico e sim com a maior saciedade, já que são de digestão mais lenta.

Banana
As bananas merecem uma atenção especial por um pequeno detalhe: apesar de terem fibras como as outras frutas, elas possuem um teor glicêmico mais alto. Logo, pacientes diabéticos e obesos não devem ultrapassar o consumo de uma unidade por dia.

Laranja
As laranjas ajudam a manter o corpo hidratado. Ou seja, assim como outras frutas com maior quantidade de suco, funcionam como hidratantes.

Coco
A polpa do coco possui uma grande quantidade de gordura, principalmente os triglicerídeos de cadeia média (TCM). O TCM é facilmente metabolizado pelo fígado, levando à produção de cetonas, que são uma fonte alternativa de combustível para o cérebro. Alguns estudos falam inclusive de seu auxílio na prevenção e tratamento do Alzheimer. A fruta pode aumentar a saciedade, mas é calórica, portanto deve ser consumida com moderação.

Romã e frutas vermelhas
Todas as frutas são ricas em antioxidantes, mas as vermelhas e rosa, como a romã, possuem uma maior quantidade de licopeno, um antioxidante que pode se ligar aos radicais livres, diminuindo a sua atuação negativa no organismo.

Mamão
O mamão pode ser um aliado na perda de peso, pois possui uma enzima que promove a queima mais rápida de comida no intestino.

Melão
O melão é uma fruta que aumenta a sensação de satisfação. Um copo de melão tem cerca de 60 calorias, o que te deixa satisfeito por um bom tempo, graças às suas fibras.

Pêssego
O pêssego é a fruta ideal para uma dieta de baixa caloria, já que tem um menor teor glicêmico. Além disso, é uma boa fonte de antioxidantes e ajuda a desintoxicar o corpo. Assim como as demais frutas, também é rico em fibras.

Frutas secas
Não há nenhuma comprovação científica de que as frutas secas, junto com frutas frescas, são eficazes em queimar o excesso de gordura e reduzir o colesterol, enquanto promovem a perda de peso. Desde que não açucaradas, as frutas secas têm fibras assim como as frutas frescas, o que contribui para a perda de peso. Vale lembrar que, por reduzirem a absorção de gordura, as fibras ajudam na diminuição do colesterol.

Abacate
Ao contrário do que muita gente acredita, os abacates não aceleram o metabolismo nem aumentam a quantidade de testosterona. Os hormônios sexuais dependem do tecido gorduroso para ser produzidos e, nos casos de anorexia nervosa ou desnutrição, quando essa camada fica muito reduzida, há redução da produção desse hormônio. O abacate consumido moderadamente, de uma a duas colheres de sopa por dia, participa do metabolismo normal do corpo. Não há, porém, uma associação científica comprovada da sua atuação na produção de testosterona. Além disso, cada sexo tem uma quantidade de hormônios adequada para manter a fisiologia – portanto, testosterona em excesso não faz bem para as mulheres.


quarta-feira, 8 de julho de 2015

A gordura mais perigosa é a mais fácil de perder

Este é o sonho de todos que querem perder peso: eliminar a gordura da barriga. Mas, longe de pura vaidade, há realmente uma razão porque ter muita gordura na região abdominal pode ser perigoso. Se a gordura é armazenada em todo o nosso corpo, então como o aumento do tamanho da cintura pode elevar o risco de doenças crônicas?


Localização, localização, localização: a gordura do seu corpo afeta sua saúde de modo diferente, dependendo de onde esteja armazenada. Enquanto a maioria da gordura encontrada em outras partes do nosso corpo (braços, pernas, nádegas) é considerada “gordura subcutânea,” é mais provável que a gordura da barriga seja “visceral”

Gordura que dá para beliscar contra a que dá para pressionar: “a gordura subcutânea” é a que dá pra beliscar, gordura mole – que fica entre a sua pele e o músculo – que ajuda a te manter aquecido, amortiza os impactos e armazena calorias extras. “A gordura visceral” também armazena calorias, mas não dá para beliscar porque ela está localizada dentro e em volta dos seus órgãos. Ela está profundamente escondida dentro da região da barriga, que é o que faz com que seja firme (e não mole) ao ser pressionada.

Proximidade: A gordura não armazena apenas calorias- ela é um tecido vivo capaz de produzir e liberar hormônios que afetam seus outros órgãos. Como a gordura visceral fica próxima aos nossos órgãos, a liberação dessas substâncias químicas não tem localização exata. Ter mais gordura visceral pode aumentar a sua pressão arterial e também o seu LDL (também conhecido como “mau” colesterol). A gordura visceral também pode tornar a pessoa menos sensível à insulina, o que aumenta o risco de diabetes tipo 2.

Diferenciando a gordura ruim da barriga (a gordura abdominal ruim)

Mesmo sendo magro, você pode ter gordura visceral abdominal ao redor da região abdominal – ser “magro” não significa necessariamente que você seja saudável. Não há nenhuma maneira infalível de distinguir entre gordura visceral e subcutânea, exceto através de uma dispendiosa tomografia computadorizada, mas é importante para que você tenha uma ideia aproximada sobre qual o seu acúmulo de gordura visceral. Aqui vão alguns truques para descobrir como classificar a sua barriga:

1. Maçãs e peras: Provavelmente você esteja se perguntando: “o que as frutas têm a ver com isto?” Estas duas frutas dão uma visualização rápida de onde a maioria da sua gordura está armazenada no corpo. Pêras tendem a armazenar gordura nas extremidades inferiores (quadris, coxas, nádegas) como gordura subcutânea, enquanto maçãs tendem a armazenar gordura na região superior (barriga, peito) como gordura visceral. É necessário fazer uma rápida inspeção, mas esta é uma forma imperfeita de diferenciar estas duas gorduras.

2. Circunferência abdominal (CA): Localize a parte mais alta do seu quadril (está no mesmo nível que o seu umbigo) e, com uma fita métrica, dê uma volta em torno deste ponto. Lembre-se de relaxar e não encolha a sua barriga (seja honesto!). Meça de duas a três vezes e descubra a média. Os homens devem ter uma CA de menos que 102 cm e as mulheres devem ter um CA de menos que 88 cm.

3. Relação cintura-quadril: A relação cintura-quadril (RCQ) toma a circunferência da sua cintura (veja acima) e a divide pela circunferência dos seus quadris. Para medir os seus quadris, fique na frente de um espelho, em seguida, localize a parte mais larga do seu bumbum e meça esta circunferência. Em seguida, use esta fórmula:

CA = (circunferência abdominal)/(circunferência do quadril).

Os homens devem ter uma CA inferior a 1, enquanto a mulher deve ter uma CA inferior a 0,8.

4. Conheça o histórico da saúde da sua família: Se os seus pais ou irmãos têm resistência à insulina, doença cardíaca ou doença hepática gordurosa não alcoólica, você pode estar correndo um risco maior devido ao armazenamento de gordura visceral. Ficar de olho na sua gordura visceral pode ser benéfico, mas sabemos que as causas dessas doenças crônicas são complexas. Se você estiver em dúvida, é melhor falar com seu médico.

Eliminando a gordura visceral

Se você estiver na faixa normal para CA e RCQ, isso é ótimo! Continue trabalhando em suas metas de peso como você achar necessário. Se você não estiver lá, não se desespere. Por causa de sua proximidade ao fígado, a gordura visceral geralmente é a mais fácil de se queimar. A gordura subcutânea, menos arriscada, é que gosta de permanecer por aqui.

Infelizmente, você não pode reduzir drasticamente a gordura em torno da sua barriga, independente do número de flexões você faça. A próxima melhor coisa a se fazer é ter um estilo de vida saudável:

Vá além de acompanhamento do peso Você pode acompanhar a medida da sua cintura, quadril e até mesmo a circunferência do pescoço no app. Utilize este recurso para ver como suas medidas mudam ao longo do tempo, à medida que você perde peso.

Transpire de 30 a 60 minutos por dia A gordura visceral responde bem aos exercícios regulares de resistência, como corrida, ciclismo, remo, natação, que elevam a sua frequência cardíaca. Uma vez que seu corpo usa a gordura como combustível para o exercício, ele vai começar a usar os seus depósitos viscerais.

Siga uma dieta bem equilibrada Tenha uma dieta rica em grãos integrais, frutas e vegetais frescos, e proteína magra com calorias predeterminadas para a perda de peso gradual (por exemplo, cerca de meio a um quilo por semana). Reduza os açúcares adicionados e o álcool já que estes nutrientes provavelmente acabem se transformando em gordura visceral.

Durma mais e sinta menos estresse É mais fácil falar do que fazer, mas, para cuidar do seu corpo físico, você tem que cuidar do seu estado mental. A perda de sono e o estresse podem sabotar seus objetivos de saúde e fitness, portanto aprenda mais sobre ter uma noite de descanso de qualidade e usar meditação ou ioga para acalmar a sua mente. Lembre-se, não é apenas sobre a sua saúde; trata-se de sua felicidade também.